7 de fev. de 2009

Salve Salve Rapaziada, sinta-se em casa.
Toda última sexta do mês, estaremos com vocês.
Não tem idade certa pra curtir,
nostalgia pra 24 tava faltando aqui.
Foi assim que o baile black começou,
na rua, na moral, quem lembrou Chic Show?.
O que seria do rap sem o griot africano,
o que rola agora é spoke word vai marcando.

Poesia ritmada com ou sem beat, como origem jamaicana é um convite.
Bora curti, vem dançá, só chegar ... A 24 de maio tá tomada, pode acreditar!!!!!!!!

Tamu junto, agora mais uma batalha vencida. Todo mês com certeza vamos poder curtir o baile de rua... Não é só um baile... há quem acredite nisso (como eu).
1º É o baile da música preta brasileira e mundial
2° Foi em bailes como esse, que a população negra pôde se organizar, se informar, se identificar. Se em outros locais não eram bem vistos ou não-aceitos (apesar de não ter existido apartheid declarado no Brasil), lá era o local... Uma rua, um local, que logo se multiplicou... Hoje em dia, temos alguns desses bailes acontecendo no Brasil. A música é o "pretexto" para estarmos reunidos, para encontrarmos pessoas de miliano da correria (pra quem é do corre sabe do q estou falando), para passar informação de outros eventos, etc. Mas convenhamos, que só a música apresentada nesses bailes, já é pura sintonia.

Sinceramente, dificilmente vou a eventos tipo "balada", pois sempre me estresso... São poucos Dj´s que faço gosto de ir assistir e contemplar. Em quantos lugares posso escutar Marvin Gaye, Aretha, Cassiano, Otis Redding, Gerson e Toni, Tim Maia e outros tantos mas não menos importantes. Todos fizeram uma geração inteira. Não só pro meu povo, pois eles invadiram outros povos e se fizeram presentes. Existem muitas coisas boas atualmente, mas poucas delas estão em evidência, ao alcance de todos.

espero que todos possam estar presentes na 24 de maio, e em outros eventos que estão acontecendo aí em São Paulo.

Até mais......
Fênix

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